Ministério Público pede o arquivamento de caso do cão Orelha
Segundo o orgão os adolescentes suspeitos de cometer agressão do crime "não estavam juntos no momento da suposta agressão".

Foto: Reprodução
Segundo a decisão protocolada na sexta-feira (8), o animal teria morrido devido a uma condição grave e preexistente e não por uma suposta agressão por parte de adolescentes. A decisão do MP aconteceu após análise de quase dois mil arquivos, incluindo vídeos, imagens e dados relacionados ao caso.
Os adolescentes, apontados como responsáveis por uma suposta agressão ao animal, "não estiveram juntos na praia no período da suposta agressão", segundo o relatório do MP.
"Verificou-se que, nos instantes em que o adolescente esteve nas imediações do deck, o cão se encontrava a cerca de 600 metros de distância. Dessa forma, não se sustenta a tese de que ambos tenham compartilhado o mesmo espaço por aproximadamente 40 minutos, como afirmado nos relatórios policiais",disse o MPSC.
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