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Justiça decreta prisão temporária de personal trainer investigado por estupro em Salvador

Justiça decreta prisão temporária de personal trainer investigado por estupro em Salvador

Investigado por suspeita de abusar sexualmente de pacientes durante atendimentos, educador físico permanecerá preso por determinação da Justiça da Bahia

| Autor: Redação - Varela Net

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Justiça da Bahia decretou a prisão temporária do personal trainer Maurício Brasil, de 30 anos, investigado por suspeita de cometer os crimes de estupro e importunação sexual contra pacientes durante atendimentos em Salvador. A decisão foi confirmada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) após audiência de custódia.

Com a determinação judicial, o investigado permanecerá preso à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem. A decisão também prevê a transferência dele para a unidade prisional competente, conforme as normas da Corregedoria-Geral da Justiça.

Maurício Brasil foi preso na última quarta-feira (22), durante uma operação da Polícia Civil da Bahia. Segundo as investigações, ele se apresentava como educador físico e afirmava possuir qualificação para realizar procedimentos de liberação miofascial, mas teria se aproveitado dos atendimentos para praticar abusos sexuais contra pacientes.

O caso começou a ser investigado após a denúncia de uma mulher de 28 anos, que relatou ter sofrido abuso durante uma sessão. Com o avanço das apurações, outras mulheres procuraram a polícia com relatos semelhantes. De acordo com a Polícia Civil, o investigado utilizava um mesmo modo de atuação e pedia que as pacientes permanecessem apenas com roupas íntimas durante os procedimentos.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do suspeito, os policiais apreenderam uma porção de haxixe, uma balança de precisão, dois frascos de anabolizantes, um aparelho celular, equipamentos eletrônicos e documentos que serão analisados no curso da investigação.

As investigações seguem sob responsabilidade da 16ª Delegacia Territorial (Pituba), vinculada ao Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), que busca identificar possíveis novas vítimas e esclarecer completamente os fatos.

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