Pastora que agrediu entregador diz ter caído em "cilada de Satanás" e fala em armação
Renata Vieira afirmou que reúne provas para sustentar a versão de que foi vítima de uma conspiração e alegou que homem envolvido na confusão seria um policial rodoviário federal
Foto: Redes Sociais
A pastora e pré-candidata a deputada estadual pelo PL, Renata Vieira, voltou a se pronunciar sobre a confusão envolvendo um entregador de móveis em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em vídeos publicados nas redes sociais nesta quarta-feira (22), ela afirmou que está reunindo provas para sustentar a versão de que foi vítima de uma armação e classificou o episódio como "uma astuta cilada de Satanás".
A declaração ocorre dias após as imagens da discussão viralizarem nas redes sociais. Nos vídeos, Renata aparece agredindo o homem com tapas e arremessando uma pedra. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Nas novas publicações, a pastora afirmou que seu "coração está mais leve" e revelou que está adotando medidas judiciais.
"Hoje nós estamos indo finalizar, no Ministério Público, algumas coisas que a gente tem que finalizar, inclusive entrar com todas as ações de crime e ameaças cibernéticas. São muitos e muitos crimes que foram cometidos contra mim e a minha família", declarou.
Renata também apresentou uma nova versão sobre a identidade do homem envolvido na confusão. Segundo ela, o responsável pela entrega dos móveis teria sido substituído.
"Não era um trabalhadorzinho normal, entregador de móveis, era um policial rodoviário federal que, literalmente, foi trocado com o verdadeiro entregador", afirmou.
A pré-candidata voltou a relacionar o episódio às posições políticas que diz defender e afirmou acreditar que a situação foi motivada por manifestações feitas por ela dentro do condomínio onde mora.
Desde que o caso ganhou repercussão, Renata sustenta que foi reconhecida como integrante do PL, passou a ser alvo de ofensas de cunho político e, posteriormente, teria sido agredida fisicamente.
Ela afirma que sofreu chutes, socos e beliscões e que tentou impedir que os móveis fossem retirados da residência. Segundo a pastora, as agressões teriam acontecido em um ponto onde as câmeras de segurança não registravam as imagens.
Até o momento, a Polícia Civil segue investigando o caso e não confirmou as alegações apresentadas pela pré-candidata.
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