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Argentina presa por racismo no Rio critica leis brasileiras após deixar o país

Argentina presa por racismo no Rio critica leis brasileiras após deixar o país

Advogada falou em “lei severa” ao retornar para Buenos Aires após responder processo

| Autor: Redação - Varela Net

Foto: Reprodução

A advogada argentina Agostina Páez voltou a se manifestar após deixar o Brasil e criticou a legislação brasileira ao desembarcar em Buenos Aires.

Ela passou cerca de dois meses no país utilizando tornozeleira eletrônica, enquanto respondia a um processo por injúria racial na Justiça do Rio de Janeiro.

Agostina ganhou notoriedade após ser flagrada em vídeo fazendo gestos racistas, imitando um macaco em um bar na capital fluminense no início deste ano.

Ao chegar à Argentina, a advogada afirmou ter se sentido “desamparada” durante o período em que permaneceu no Brasil e fez críticas às leis locais. “A verdade é que não sei; é uma lei do Brasil que é muito severa”, declarou.

Ela também aconselhou turistas argentinos a buscarem mais informações antes de viajar ao país. “Que conheçam o contexto das leis. Embora eu goste do povo brasileiro, passei por uma situação desagradável. Não significa que sejam maus, mas acontecem muitas coisas más no Brasil. E a nós argentinos eles tratam mal, isso sim é certo. É preciso ter cuidado”, afirmou.

A saída do Brasil ocorreu após a retirada da tornozeleira eletrônica, mediante pagamento de fiança no valor de R$ 97 mil.

As declarações repercutiram nas redes sociais e geraram críticas de internautas brasileiros, que apontaram ausência de arrependimento por parte da advogada.

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