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Daniel Vorcaro é colocado em cela isolada em presídio de São Paulo

Investigado na Operação Compliance Zero, empresário foi colocado em ala separada por questões de segurança após transferência para unidade prisional na capital paulista

| Autor: Redação - Varela Net
Daniel Vorcaro é colocado em cela isolada em presídio de São Paulo

Foto: Divulgação

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi colocado em uma cela isolada na Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, após ser transferido para a unidade na manhã desta quinta-feira (5). O isolamento deve durar cerca de dez dias e faz parte do procedimento padrão de inclusão no sistema prisional paulista.

Vorcaro foi preso na quarta-feira (4), em São Paulo, durante uma nova fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos e outros crimes.

Inicialmente, o empresário foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarulhos. Na manhã seguinte, ele foi transferido para o presídio de Potim em um veículo da Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo.

O período de isolamento corresponde à etapa inicial de entrada no sistema penitenciário. Durante esse processo, são realizados procedimentos administrativos e de segurança, como revista pessoal, higienização obrigatória, registro fotográfico e coleta de impressões digitais.

Também faz parte do protocolo a substituição das roupas civis pelo uniforme do presídio. No momento da transferência, Vorcaro já vestia o traje padrão fornecido pela administração penitenciária, composto por calça caqui e camiseta branca. Além disso, os detentos passam por corte de cabelo no padrão da unidade e têm seus objetos pessoais recolhidos para armazenamento.

A prisão preventiva foi mantida pela Justiça Federal após audiência de custódia. Além de Vorcaro, outros investigados também foram alvos da operação, que apura possíveis crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos ligados ao esquema investigado.

A defesa do empresário afirma que ele sempre esteve à disposição das autoridades e nega as acusações, dizendo confiar no esclarecimento dos fatos ao longo do processo judicial.

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