Prefeitura de São Paulo argumentou frota menor para evitar "gastos desnecessários"
Prefeitura destacou o que já vinha dizendo nas reuniões do CMTT, onde era cobrada a ampliar a frota para o dia da eleição: um modelo repetindo a escala de um sábado comum já seria suficiente

Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo
A prefeitura de São Paulo argumentou que pretendia evitar “gastos desnecessários” ao justificar a decisão de não ter 100% da frota municipal nas ruas neste domingo de segundo turno das eleições. Obrigada pela Justiça a repetir o planejamento de um dia útil, a prefeitura não está atendendo: mais de 30% dos ônibus estão estacionados nas garagens às 15h45 deste domingo (25).
A alegação sobre “gastos desnecessários” aparece em resposta da SPTrans ao Instituto Pólis, que tem cadeira no Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) e voltou a cobrar, na sexta-feira (23), em ofício, que a prefeitura colocasse nas ruas uma frota equivalente a de um dia comum.
Na resposta, a prefeitura destacou o que já vinha dizendo nas reuniões do CMTT, onde era cobrada a ampliar a frota para o dia da eleição: um modelo repetindo a escala de um sábado comum já seria suficiente.
“Cabe a esta Diretoria de Planejamento de Transporte reiterar que a lei eleitoral é cumprida ao reforçar o transporte público com o acréscimo de 2 mil ônibus nos domingos de votação, assim como foi executado em 4 de outubro, data do primeiro turno, sem qualquer contestação por parte da Justiça Eleitoral. Na ocasião, foi garantida a oferta de 8 milhões de lugares ante 3,4 milhões de passageiros transportados, demonstrada, assim, uma taxa de ocupação inferior a 45% da capacidade disponibilizada”, informou a prefeitura.
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