Influenciadora desabafa após caso de injúria racial no Pelourinho: 'racismo é adoecedor'
Na última quarta-feira (21), uma turista gaúcha teria chamado uma vendedora de lixo humano e exigiu delegado branco ao chegar na delegacia

Foto: Reprodução Redes Sociais
Através de suas redes sociais, a influenciadora Bárbara Carine desabafou sobre o flagrante por injúria racial, cometido na última quarta-feira (21), da turista gaúcha Gisele Madrid Spencer Cesar contra uma comerciante negra no Pelourinho, em Salvador.
Em seu vídeo de pronunciamento, Bárbara apresentou ao público o teor racista por trás do ataque e manifestou solidariedade para a vítima, que estava trabalhando no momento do crime.
"Essa aqui é a Gisele Madriz Spencer Cesar, uma turista gaúcha de 50 anos, que cometeu um crime de injúria racial no Pelourinho, xingando a Hanna, uma trabalhadora negra de lixo e dando uma cusparada nessa trabalhadora. Ela gritava 'eu sou branca', tentando mostrar sua supremacia para Hanna, a quem eu deixo minha solidariedade", inicia.
A influenciadora baiana fez questão de deixar claro que estes casos não são isolados, desejando que a turista seja responsabilizada pela injúria racial.
"Que essa racista pague pelo seu crime e que a Hanna seja indenizada, porque o crime de racismo prevê detenção, prevê prisão e prevê também a multa. A Hanna merece, porque vai gastar alguma grana com psicólogo, porque o racismo é adoecedor", finaliza.
Além da suspeita de injúria no Pelourinho, Gisele foi encaminhada à Delegacia de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (Decrin), quando exigiu ser atendida por um delegado branco.
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