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Cármen Lúcia ganha homenagem de artistas e juristas por 20 anos no STF

Livro reúne textos, poemas e cartas de nomes como Emicida, Alcione, Caetano Veloso, Regina Casé e Fernanda Montenegro para celebrar trajetória da ministra

| Autor: Redação - Varela Net
Cármen Lúcia ganha homenagem de artistas e juristas por 20 anos no STF

Foto: Diego Bresani/ÉPOCA

A ministra Cármen Lúcia recebeu uma homenagem especial pelos 20 anos de atuação no Supremo Tribunal Federal (STF). A celebração foi registrada em um livro que reúne manifestações de artistas, juristas, amigos e personalidades que acompanharam a trajetória da magistrada.

Com 112 páginas, a publicação reúne 20 textos em diferentes formatos, entre frases, cartas, poemas e artigos. Entre os nomes que participam da obra estão Emicida, Alcione, Caetano Veloso, Regina Casé, Marisa Monte e Fernanda Montenegro. 

Também fazem parte da coletânea a ministra aposentada e ex-presidente do STF Rosa Weber, além de juristas como Maria Cristina Peduzzi, Maria Tereza Sadek, Andréa Pachá, Fernando Neves e Eduardo Toledo.

Amigos e personalidades de outras áreas também deixaram mensagens para Cármen, entre elas Paula Lavigne, a médica Ludhmila Hajjar, a ambientalista Izabella Teixeira e a ativista Maria da Penha. 

Entre as contribuições está um poema escrito por Emicida, que destacou temas relacionados à busca por justiça e à trajetória da ministra.

Já Alcione parabenizou Cármen Lúcia e desejou que ela continue exercendo sua função com liderança e dedicação. A cantora também ressaltou a relação da ministra com a cultura popular. 

Caetano Veloso também participou da publicação. Na mensagem, o cantor relacionou a atuação da ministra à aproximação entre o Direito e a sociedade brasileira. 

Cármen Lúcia tomou posse no STF em 21 de junho de 2006. Ao longo das duas décadas na Corte, tornou-se protagonista de diferentes momentos da história do Judiciário brasileiro.

A ministra foi a primeira mulher a usar calças compridas no plenário do STF, rompendo com uma tradição de vestimentas formais que, até então, seguia padrões mais rígidos para mulheres. 

Ela também foi a primeira mulher a presidir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entre 2012 e 2013, e a segunda mulher a comandar o Supremo e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), entre 2016 e 2018. 

A homenagem reúne, assim, diferentes perspectivas sobre os 20 anos de Cármen Lúcia no STF e destaca não apenas sua atuação jurídica, mas também a influência de sua trajetória na cultura e na sociedade brasileira.

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