Carlos Bolsonaro desabafa sobre estado do pai: 'parece até que estão querendo matá-lo'
Desabafo acontece horas depois de Jair Bolsonaro cair em sua sela durante a madrugada desta terça-feira (6)

Foto: Reprodução Flickr
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Carlos Bolsonaro afirmou que a distância do local onde seu pai está preso, a Superintendência da PF, para o hospital não garante atendimento ágil se for necessário. Para ele, existe uma contradição já que, anteriormente, foi negada a prisão domiciliar de Bolsonaro pela distância para a unidade de atendimento.
“Foi negada anteriormente a prisão domiciliar alegando a distância da PF ser pequena em relação ao hospital, mas já se passaram mais de 10h e cai por terra a negativa de sua prisão humanitária. Proximidade não significa agilidade, os senhores estão percebendo”, afirmou Carlos em entrevista a jornalistas.
Segundo Carlos, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi informado pelo médico particular, mas solicitou que a perícia da Polícia Federal (PF) se manifestasse. “Ela se manifestou até onde eu sei com os mesmos indicativos que o médico particular do meu pai indicou. Então ele [Moraes] encaminhou os dois laudos à PGR que até o momento não se manifestou”.
A família Bolsonaro critica a demora na autorização para que o pai realize exames médicos após ter batido a cabeça em uma queda na sua cela na Superintendência da PF, em Brasília, onde está preso desde o dia 22 de novembro.
Revoltado, o filho do ex-presidente chega a afirmar que tem uma impressão completamente grave. "A impressão que eu tenho é que parece até que estão querendo matá-lo. Então como filho, desabafo aqui para vocês, não acredito no que está acontecendo. Nem um traficante é tratado da forma que meu pai está sendo", completou.
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