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PT ironiza estado de saúde de Bolsonaro: “Uma doença bem seletiva”

PT ironiza estado de saúde de Bolsonaro: “Uma doença bem seletiva”

Sigla rebateu fala de Valdemar Costa Neto sobre ex-presidente estar abatido com prisão domiciliar

| Autor: Redação Varela Net

Foto: Lula Marques/ Agência PT

O Partido dos Trabalhadores (PT) usou as redes sociais nesta quarta-feira (27) para debochar das declarações do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, sobre o estado de saúde de Jair Bolsonaro (PL). De acordo com o dirigente, a prisão domiciliar tem deixado o ex-presidente “muito abatido” e agravado seu quadro clínico.

Em resposta, a sigla de Lula afirmou que o problema de saúde de Bolsonaro seria conveniente e “seletivo”.

 “Atleta quando convém! Parece que a saúde do Bolsonaro não depende de remédio, mas, sim, de liberdade para fazer campanha. Engraçado: quando está preso, é doente; quando é para pedir voto, é atleta. Uma doença bem seletiva, né?”,  publicou o PT.

A postagem foi acompanhada de uma imagem irônica de Valdemar Costa Neto diante de dois botões, sem saber qual escolher: “Estar mal de saúde e não aguentar puxar uma cana” ou “Estar bem de saúde para fazer campanha”.

Reação às críticas de Valdemar

O ataque do PT foi uma resposta às declarações feitas por Valdemar Costa Neto em evento realizado em São Paulo na última segunda-feira (25). Na ocasião, o presidente do PL defendeu Bolsonaro, alegando que a prisão domiciliar estaria prejudicando sua saúde.

“Ele está muito abatido. Se estivesse livre, sarava na hora” , afirmou Valdemar.

As falas ocorreram no momento em que aliados de Bolsonaro intensificam críticas à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou vigilância integral sobre o ex-presidente, em prisão domiciliar desde o dia 4 de agosto.

Disputa política e provocações

A troca de farpas entre PL e PT reflete o clima de tensão no cenário político. Enquanto aliados de Bolsonaro insistem que a prisão domiciliar representa perseguição e abalo emocional, adversários ironizam a narrativa, sugerindo que o ex-presidente mantém sua energia sempre que há interesse eleitoral.

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