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Margareth Menezes rebate críticas ao uso da Lei Rouanet em apresentações e chama ataques de “perseguição desleal”

Margareth Menezes rebate críticas ao uso da Lei Rouanet em apresentações e chama ataques de “perseguição desleal”

Cantora baiana defende o incentivo fiscal à cultura e critica ataques motivados por desinformação e disputas políticas

| Autor: Redação - Varela Net

Foto: José de Holanda

A cantora Margareth Menezes reagiu às críticas recebidas recentemente sobre o uso da Lei Rouanet em suas apresentações artísticas, classificando os ataques como “perseguição desleal” e ressaltando a importância da legislação para o fomento da cultura no Brasil.

Em pronunciamento nas redes sociais e em entrevistas, Margareth enfatizou que a Lei Rouanet é um instrumento legal de incentivo fiscal que busca apoiar projetos culturais e que sua utilização em eventos artísticos é uma forma legítima de viabilizar produções de grande alcance, especialmente em tempos de escassez de recursos públicos para a área.

A artista, que acumula décadas de carreira e reconhecimento nacional e internacional, afirmou que os ataques a esse tipo de incentivo muitas vezes se baseiam em desinformação e interpretações equivocadas, sendo usados de forma política para questionar a legitimidade de investimentos em cultura. De acordo com Margareth, a crítica extrapola o debate sobre política pública e entra em um campo de “perseguição desleal” contra artistas que dependem do sistema de incentivo para realizar projetos.

“A cultura é um patrimônio do povo brasileiro”, declarou Margareth em seus perfis oficiais, destacando que mecanismos como a Lei Rouanet permitem a circulação de música, teatro, dança e outras expressões artísticas em diferentes regiões do país, muitas vezes em lugares onde não haveria viabilidade financeira sem o apoio.

A Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, concede isenções fiscais a empresas e cidadãos que aportam recursos em projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura. Seus defensores argumentam que o mecanismo amplia o acesso à arte e à cultura, enquanto os críticos dizem que beneficia artistas e produtores com grande visibilidade em detrimento de iniciativas menores — uma discussão que continua gerando debate no cenário cultural e político atual.

Margareth também reafirmou o seu compromisso com projetos que valorizam a diversidade cultural brasileira e convidou o público a aprofundar o entendimento sobre políticas públicas de incentivo, em vez de se basear em informações superficiais ou sensacionalistas.

 

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