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Lindbergh reage à fala de Flávio e cobra explicações sobre o Banco Master

Lindbergh reage à fala de Flávio e cobra explicações sobre o Banco Master

Deputado federal afirmou que o pré-candidato à Presidência precisa esclarecer a relação com empresas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e voltou a citar o caso envolvendo o filme Dark Horse

| Autor: Redação - Varela Net

Foto: Reprodução

Após o pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), negar irregularidades em um contrato de prestação de serviços advocatícios com uma empresa ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) reagiu com críticas ao senador e cobrou explicações sobre o caso.

Em uma publicação nas redes sociais, Lindbergh afirmou:

"Flávio Bolsonaro admite que recebeu dinheiro de empresas de fachada ligadas a Vorcaro. Ele emitiu R$ 1,5 milhão em notas. Recebeu R$ 500 mil. Até hoje ele não explicou os R$ 61 milhões para o filme Dark Horse. É o candidato a presidente que mais tem que se explicar ao povo brasileiro!"

Segundo informações divulgadas, o escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro teria mantido uma relação comercial com empresas vinculadas a Daniel Vorcaro.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Lindbergh voltou a questionar a versão apresentada pelo senador e citou investigações envolvendo empresas ligadas ao banqueiro.

"A casa caiu para o Flávio Bolsonaro. Olha a resposta que ele deu às novas denúncias de dinheiro do Vorcaro para ele, para o escritório de advocacia dele. Ele emitiu R$ 1,5 milhão em notas para duas empresas ligadas às falcatruas do Vorcaro. [...] Flávio, deixa de ser cara de pau."

O parlamentar também voltou a mencionar o caso relacionado ao filme Dark Horse, cobrando esclarecimentos sobre recursos que, segundo ele, teriam sido destinados ao projeto.

"Você prometeu prestar contas em 30 dias sobre esse dinheiro. Já passaram mais de dois meses e, até agora, nenhuma explicação."

Lindbergh ainda questionou a emissão de notas fiscais para outra empresa citada nas investigações e afirmou que Flávio Bolsonaro deveria esclarecer a relação comercial.

"Se você não queria trabalhar para essa empresa, por que emitiu a nota fiscal? O povo brasileiro merece explicações."

Flávio Bolsonaro nega qualquer irregularidade e afirma que a prestação de serviços advocatícios ocorreu dentro da legalidade. Em manifestação anterior, o senador classificou as acusações como uma tentativa de desgastar sua imagem e disse que todas as relações profissionais mencionadas foram legais e privadas.

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