Jerônimo nega que Rui Costa rejeite chapa governista com Geraldo Júnior
Governador rebate rumores sobre vice na chapa e afirma que prioridade do grupo é fortalecer projeto nacional do presidente
Foto: Divulgação
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), rebateu nesta segunda-feira (9) rumores de que o ministro da Casa Civil, Rui Costa, não apoiaria sua candidatura à reeleição caso o vice-governador Geraldo Júnior (MDB) permaneça na chapa governista.
A declaração foi dada durante a inauguração do Centro Social Urbano de Valéria (CSU), no bairro de Valéria, em Salvador.
“Não tem nada disso. Nós estamos tratando essa agenda com muita responsabilidade. O que está em jogo é o projeto de a gente poder participar e ajudar na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é o que nos guia”, afirmou o governador.
O petista ressaltou que as decisões políticas do grupo estão sendo tomadas com foco no projeto nacional liderado por Lula.
“O que vem aí, a nossa decisão, é para que possamos tomar atitudes em relação ao projeto nacional. Nós sofremos quando não tivemos um governo federal aliado. Vimos um governo bolsonarista que não trouxe nada para a Bahia, e agora, com a chegada de Lula, vemos o inverso: é indústria naval, é UBS, é saúde, é educação, é metrô ajudando a gente, é VLT com recurso do governo federal”, disse.
Jerônimo também criticou adversários políticos ao afirmar que parte da oposição já sinalizou posicionamento contrário ao presidente.
“Não podemos perder essa oportunidade de fazer um projeto aliado ao presidente Lula. E há quem diga que a nossa oposição já afirma que vai marchar contra Lula. Ele é o ‘anti-Lula’, o ‘anti-bem-estar’ das pessoas”, acrescentou.
O governador ainda destacou que tem atuado para fortalecer os partidos aliados e pediu cautela com informações de bastidores sobre a formação da chapa para as próximas eleições.
“A gente está construindo o ambiente com todos os partidos. Tivemos, há cerca de um mês, uma reunião do Conselho Político. Ali combinamos que iríamos ajustar os pontos, porque não estamos tratando apenas da chapa majoritária”, explicou.
“Estamos ajustando para ver se os partidos saem mais fortes com a eleição proporcional. Então não tem nada disso. E o que houver para tratar, precisamos olhar nos olhos e conduzir para que a Bahia continue com um governo que cuide da capital, do interior e das pessoas”, concluiu.
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