Flávio Bolsonaro vai ao supermercado, compara preços e critica custo de vida no governo Lula
Pré-candidato à Presidência fez compras em um supermercado no Rio de Janeiro, comparou preços atuais com os de 2019 e afirmou que o poder de compra dos brasileiros diminuiu nos últimos anos
Foto: Rede Social
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República nas eleições de outubro, publicou neste domingo (19) um vídeo nas redes sociais em que critica o aumento dos preços de produtos de supermercado durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Nas imagens, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece fazendo compras em uma unidade de uma grande rede de supermercados, no Rio de Janeiro, e compara os preços atuais com os valores que, segundo ele, eram praticados em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Botei aqui no carrinho algumas coisas que, certamente, todo brasileiro precisa ter em casa. Pode variar uma marca ou outra, mas queria mostrar que não tem nem meio carrinho aqui. É uma compra que não vai durar muito para uma família de 3 a 4 pessoas”, afirmou.
No vídeo, o pré-candidato colocou diferentes produtos no carrinho e apresentou comparações de preços. Um dos exemplos citados foi o arroz de 5 kg, que, segundo ele, custa atualmente R$ 27,95, enquanto era vendido por R$ 16,95 em 2019.
O parlamentar também comparou os preços de itens como feijão, fraldas, shampoo e café, produto que classificou como um dos principais motivos da insatisfação dos consumidores.
A picanha, promessa citada pelo presidente Lula durante a campanha presidencial de 2022, também ganhou destaque na gravação. Flávio afirmou que o corte custa atualmente R$ 88,90 o quilo, enquanto, segundo ele, em 2019 era vendido por R$ 49,98.
De acordo com Flávio Bolsonaro, a compra de produtos básicos totalizou R$ 908,40. Ele destacou que, desse valor, R$ 217,20 corresponderiam aos impostos incidentes sobre os produtos.
“Ficou muito salgada a conta: mais de R$ 900. Só de impostos, que a lei fala que tem que mostrar separado, foram R$ 217,20. Realmente o poder de compra do brasileiro acabou”, declarou.
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