Flávio Bolsonaro rejeita escolta da PF e afirma temer infiltração na campanha presidencial
Pré-candidato ao Planalto diz não confiar na atual direção da PF e afima que manterá apenas a segurança da Polícia Legislativa do Senado
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que não utilizará a equipe de segurança disponibilizada pela Polícia Federal (PF) durante a campanha eleitoral de 2026. A declaração foi feita em publicação nas redes sociais, na qual o parlamentar alegou não confiar na atual gestão da coorporação
Segundo Flávio, existe o receio de que pessoas ligadas à direção da PF possam ser inseridas em sua equipe de campanha. O senador também declarou que prefere que os agentes que poderiam atuar em sua segurança sejam direcionados às investigações sobre as fraudes envolvendo aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Com a decisão, o pré-candidato informou que continuará contando apenas com a proteção oferecida pela Polícia Legislativa do Senado durante o período eleitoral.
A Polícia Federal iniciou na segunda-feira (20) a operação de segurança destinada aos candidatos à Presidência da República. A estrutura prevê o emprego de até 458 servidores, além de veículos blindados, equipamentos antidrone e kits antibomba, com investimento estimado em R$ 95 milhões.
De acordo com a corporação, a proteção será disponibilizada mediante solicitação formal das campanhas após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias. O planejamento prevê atendimento simultâneo de até dez candidatos, com equipes distribuídas em todos os estados para acompanhar as agendas dos presidenciáveis.
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