Flávio Bolsonaro compara Lula a “Opala velhão” e diz que presidente está ultrapassado
Na avaliação de Flávio, Lula estaria ultrapassado e desconectado da realidade atual
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado/Ricardo Stuckert / PR
Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa a reeleição, durante entrevista concedida à rádio Fan FM, de Sergipe, nesta segunda-feira (2). Ao comentar o atual momento político, o parlamentar recorreu a comparações para caracterizar o chefe do Executivo.
Na avaliação de Flávio, Lula estaria ultrapassado e desconectado da realidade atual. Para ilustrar o argumento, o senador comparou o presidente a um automóvel antigo.
“Se você comparar o Lula a um carro… ele parece aquele Opala velhão, que, em algum momento, já foi bonito, já foi um carro de luxo, que dava resultado, que te levava para qualquer lugar. Hoje, o Lula é uma pessoa retrógrada, atrasada e ultrapassada“, afirmou.
Outro ponto abordado pelo senador foi o que classificou como falta de alinhamento do presidente com os avanços tecnológicos. Segundo Flávio Bolsonaro, Lula demonstraria desconhecimento sobre a importância da inovação digital e da modernização técnica para a gestão pública.
Nesse contexto, o parlamentar declarou: “Lula é um cara que sequer tem telefone celular, um cara que acha que inteligência artificial só serve para manipular vídeos e fotos em redes sociais. Ele não tem ideia de como isso é importante para um governo que quer se pautar pela modernidade, pela inteligência, pela tecnologia”.
As críticas ganharam tom ainda mais contundente quando o senador utilizou analogias relacionadas à alimentação para descrever o nível de rejeição ao atual presidente, associando-o a um produto fora do prazo de validade.
“Lula é um produto vencido. Imagina você fazer um churrasco com aquela picanha que já está cheirando a podre? Você toma uma cervejinha choca? Esse é o Lula hoje. Ninguém consegue mais tragar esse cara”, disparou.
Na parte final da entrevista, Flávio Bolsonaro também questionou a condução da economia pelo governo federal e citou diretamente o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). O senador mencionou que o ministro passou a ser chamado de “‘Taxad’”, ao alegar que haveria uma busca constante por novos impostos que, segundo ele, recaem sobre a classe trabalhadora.
Encerrando a participação na rádio sergipana, Flávio afirmou que o país enfrenta uma escolha decisiva para o futuro, contrapondo o que considera um projeto de prosperidade defendido por seu grupo ao que chamou de “caminho das trevas com o atual governo”.
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