Eduardo Bolsonaro diz que Flávio corre risco de ser assassinado durante a campanha eleitoral
Em entrevista, o ex-deputado afirmou que o irmão precisará reforçar a segurança durante a disputa presidencial e voltou a citar episódios de violência envolvendo lideranças políticas
Foto: Rede Social
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou que o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), corre risco de ser assassinado durante o período eleitoral.
A declaração foi feita durante uma entrevista, na qual Eduardo destacou que será necessário adotar cuidados especiais com a segurança do irmão ao longo da campanha.
“Eu acho que o Flávio tem que tomar muito cuidado com a segurança dele. Cada vez mais vai valer mais a pena assassiná-lo, porque, se tirar Flávio, quem é que resta?”, declarou.
Na avaliação de Eduardo Bolsonaro, uma eventual morte de Flávio deixaria a disputa presidencial "entregue de bandeja" para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que aparece à frente em pesquisas de intenção de voto. Segundo ele, outros nomes da direita, como Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), teriam menor reconhecimento nacional.
O ex-deputado também fez críticas à esquerda e acusou adversários políticos de incentivar a violência no ambiente político brasileiro. Durante a entrevista, Eduardo citou a facada sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018 e os atentados registrados contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
As declarações ocorreram enquanto comentava reportagens sobre o financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia inspirada na trajetória política de Jair Bolsonaro.
A fala repercutiu nas redes sociais e voltou a acirrar o debate sobre segurança de candidatos e o aumento da polarização política durante o período eleitoral.
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