Polícia Civil de Goiás reafirma investigação do caso de secretário que matou os filhos
Polícia nega mudança na investigação e afirma que não houve alteração na linha adotada desde o início do caso
Foto: Redes Sociais
A Polícia Civil de Goiás divulgou nesta segunda-feira (23) um comunicado oficial desmentindo informações que vinham circulando nas redes sociais sobre uma possível mudança na investigação do caso que chocou Itumbiara. A corporação reforçou que a apuração segue com a mesma linha investigativa adotada desde o início e negou qualquer reviravolta no caso.
A versão questionada sugeria que o secretário de Governo, identificado como o autor dos disparos contra seus dois filhos — de 8 e 12 anos — poderia não ter atirado primeiro, abrindo espaço para a hipótese de participação de uma terceira pessoa. A suposição ganhou repercussão após publicações que mencionavam elementos encontrados na cena do crime, mas que não constam em dados oficiais compartilhados pelas autoridades.
Em nota, a Polícia Civil afirmou que “as investigações seguem em andamento, mantendo o mesmo escopo adotado desde o início dos trabalhos, sem alterações na linha investigativa”, e ressaltou que **novas informações só serão divulgadas após a conclusão de diligências e dos laudos periciais, respeitando o sigilo legal do inquérito policial”.
O caso ocorreu em 11 de fevereiro, quando o secretário matou os dois filhos e depois tirou a própria vida, conforme a versão confirmada pela corporação, que trabalha com a hipótese de duplo homicídio seguido de suicídio. Desde o episódio, a Polícia Civil vem colhendo depoimentos e analisando provas para cumprir todos os procedimentos investigativos e esclarecer a dinâmica dos fatos.
Especialistas em segurança pública destacam que a divulgação de boatos ou interpretações não oficiais pode prejudicar o andamento de investigações e gerar confusão no debate público, sobretudo em casos tão sensíveis como o de Itumbiara.
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