PM que matou mulher em São Paulo é suspensa pela justiça
Decisão judicial desta quarta-feira (22) determinou restrições para a policial Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos.
Foto: Redes Sociais
A policial militar Yasmin Cursino Ferreira foi afastada das suas atividades nesta quarta-feira (22) por decisão judicial após atirar e matar Tawanna da Silva Salmazio, de 31 anos, durante uma abordagem na zona leste de São Paulo. A medida determina que a agente não porte arma de fogo, não mantenha contato com testemunhas ou familiares e não deixe a comarca sem autorização. Ela também deverá cumprir prisão domiciliar noturno, entre 22h e 5h.
O juiz apontou a existência de provas da materialidade e indícios suficientes de autoria, destacando um possível excesso no uso da força. As investigações indicam que a conduta da policial teria sido marcada por descontrole emocional e desproporcionalidade. A PM havia ingressado recentemente na corporação e estava em fase de estágio supervisionado no momento do ocorrido.
O caso ocorreu na madrugada do dia 3 de abril, após um desentendimento entre os policiais que estavam na viatura, incluindo Yasmin, e a vítima. Durante o desentendimento, a policial efetuou um disparo contra Thawanna, que mesmo após ser socorrida, não resistiu. Investigações também indicam uma possível demora no atendimento, visto que a vítima permaneceu no local cerca de 30 minutos aguardando o socorro.
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