Homem se veste de mulher, muda completamente a aparência e engana polícia por 8 anos na Turquia
Foragido há 8 anos ele usava documentos da irmã para evitar ser identificado pelas autoridades
Foto: Reprodução Redes Sociais
O turco Tugrul Basar conseguiu permanecer foragido por cerca de oito anos usando a identidade da própria irmã. Ele tinha um mandado de prisão relacionado a um crime cometido em 2010 e foi localizado pela polícia no distrito de Kadikoy, em Istambul.
Segundo informações divulgadas pela agência de notícias turca Demirören (DHA), Basar teria sido condenado por assumir falsamente um cargo público para cometer um crime de furto.
Durante o período em que permaneceu foragido, ele mudou significativamente a aparência. Segundo os relatos divulgados pela imprensa local, Basar passou a usar roupas femininas e deixou o cabelo crescer, o que dificultou a identificação por meio de fotografias antigas.
Com a mudança na fisionomia, os investigadores passaram a trabalhar com informações sobre a nova aparência do suspeito. Após obterem informações de que ele frequentava determinada região do norte da Turquia, a polícia iniciou um monitoramento até confirmar sua presença no local.
Em 6 de setembro, os agentes realizaram a prisão. Segundo a polícia, Basar estava com documentos de identidade pertencentes à irmã, que teriam sido utilizados para evitar sua identificação durante os anos em que permaneceu foragido.
A identidade do suspeito só foi confirmada após a realização de um exame de impressões digitais.
De acordo com o jornal turco Sözcü, os policiais também constataram que Ba?ar havia passado a se apresentar socialmente como mulher. Não há, porém, informação oficial sobre eventual alteração de nome ou gênero nos documentos civis do suspeito.
Após a prisão, Basar foi encaminhado à delegacia de Kadikoy iskele. Além do cumprimento do mandado de prisão relacionado ao crime anterior, as autoridades abriram um novo procedimento para investigar o uso de documentos e dados de identificação pertencentes a outra pessoa.
O caso agora envolve tanto a execução da pena relacionada ao crime cometido em 2010 quanto a nova investigação sobre o uso da identidade da irmã.
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