Turista sofre lesão genital durante salto em cruzeiro e desembolsa R$ 250 mil por resgate
Acidente aconteceu durante uma parada em Honduras; após agravamento do quadro, norte-americana precisou ser transferida para um hospital nos Estados Unidos
Foto: Reprodução/blake.ford.37
Uma turista norte-americana precisou desembolsar cerca de R$ 250 mil em despesas médicas e de transporte após sofrer uma grave lesão genital durante uma atividade de aventura em uma ilha de Honduras, parada de um cruzeiro pelo Caribe. O caso ganhou repercussão após o marido da vítima compartilhar detalhes do acidente nas redes sociais.
Segundo Blake Ford, a esposa, identificada como Kirsten Lindsey, participava de um salto sobre o mar com auxílio de uma corda quando uma das pernas ficou presa em um cabo secundário. Apesar da dor inicial, o casal acreditou que se tratava apenas de um ferimento leve e continuou o passeio.
Horas depois, no entanto, o quadro se agravou. A dor aumentou de forma intensa e Kirsten precisou utilizar uma cadeira de rodas para voltar à cabine do navio. Ela foi atendida na enfermaria da embarcação, mas, diante do inchaço e da gravidade da lesão, os médicos recomendaram uma transferência para um hospital na Flórida, nos Estados Unidos.
De acordo com o marido, a equipe médica informou que seria necessário um depósito de US$ 20 mil, além de outros US$ 30 mil na chegada aos Estados Unidos, totalizando cerca de R$ 250 mil. O valor incluiu o transporte em barco até o México, deslocamento de ambulância até um aeroporto e o voo médico para a Flórida.
Já no hospital, médicos removeram um coágulo descrito pela família como “do tamanho de uma bola de beisebol”. Blake Ford também afirmou que o cruzeiro cobrou pelo atendimento na enfermaria, ao custo de US$ 75 por hora.
Após o acidente, a família criou uma campanha de arrecadação online para ajudar a custear as despesas médicas. Em nota divulgada à imprensa internacional, a empresa Carnival informou que o acidente ocorreu fora das dependências do navio, mas afirmou que prestou assistência à passageira. A família, porém, defende que a companhia seja responsabilizada pelo caso.
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