Justiça rejeita pedido de Willer Tomaz para obrigar Richarlison a apagar posts sobre ilha
Decisão foi proferida pelo juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília
Foto: Reprodução/Redes sociais
A Justiça rejeitou a solicitação do advogado Willer Tomaz para obrigar o jogador Richarlison a apagar publicações acerca do caso envolvendo uma ilha em Angra dos Reis (RJ). A decisão foi proferida pelo juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília.
Willer Tomaz e sua empresa, a Wt Administração de Imóveis e Bens, tentavam retirar conteúdos postados pelo atleta. O Estadão procurou o advogado para posicionamento, mas não obteve resposta até o presente momento.
O jogador, acusa o senador Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz de se apossarem da ilha sem fazer o pagamento devido. As publicações questionadas foram feitas por Richarlison em seu perfil no Instagram.
Em uma publicação feita no dia 21 de outubro, o jogador afirmou que adquiriu a área na Ilha Comprida em outubro de 2020 e que a Justiça do Rio de Janeiro reconheceu a validade da posse. Na postagem, ele também questionou a atuação de órgãos federais no processo de regularização do terreno.
"O nosso pedido de regularização foi jogado na gaveta do Governo Federal (SPU) por 10 meses. Enquanto isso, o grupo do advogado ressuscitou uma empresa (inapta desde 2018), com sócios já falecidos, e ludibriou uma viúva de 78 anos para tomar a nossa ilha", escreveu o atleta.
Além das acusações, Richarlison compartilhou decisões judiciais, contratos e uma captura de tela de uma suposta conversa com Flávio Bolsonaro, na qual teria solicitado providências sobre o caso.
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