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Descarte inadequado de remédios ameaça saúde pública e meio ambiente em Salvador

Descarte inadequado de remédios ameaça saúde pública e meio ambiente em Salvador

Especialistas alertam para a falta de pontos de coleta e os riscos causados pelo descarte incorreto de medicamentos vencidos

| Autor: Cecília Suarez

Foto: Foto / Cecília Suarez

Em Salvador, o descarte inadequado de medicamentos vencidos ou sem uso ainda representa riscos ao meio ambiente e à saúde pública, principalmente quando remédios são jogados em vasos sanitários ou no lixo comum. A prática pode contaminar o solo, atingir lençóis freáticos e comprometer a qualidade da água.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, “o descarte inadequado de medicamentos pode causar diversos impactos ambientais, como a contaminação do solo e das fontes de abastecimento de água, e assim causar danos à saúde e à qualidade de vida das pessoas”.

Apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos prever a logística reversa para medicamentos domiciliares vencidos, muitas pessoas ainda desconhecem a forma correta de descarte ou encontram dificuldade para localizar pontos de coleta acessíveis.

O estudante de jornalismo Rafael Rodrigues, de 23 anos, relata que a falta de informação é um dos principais obstáculos para o descarte correto. “Muitas vezes a gente recebe poucas informações referentes ao local de descarte adequado. O que eu sei é que o ideal é que o descarte seja feito nas farmácias, nunca joguei no vaso sanitário antes, no máximo no lixo comum de casa ou da rua”, conta.

A orientação é que medicamentos vencidos, sobras de comprimidos, xaropes e pomadas sejam levados a farmácias ou unidades de saúde que possuam coletores apropriados. O descarte correto contribui para reduzir impactos ambientais e proteger a saúde coletiva.

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