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Escritor baiano Edgar Abbehusen presta homenagem a Cissa Guimarães em carta emocionante

Escritor baiano Edgar Abbehusen presta homenagem a Cissa Guimarães em carta emocionante

Texto destaca força da apresentadora e relembra admiração construída desde a infância do autor

| Autor: Redação/Varela Net

Foto: Reprodução/TV Brasil

O escritor baiano Edgar Abbehusen publicou uma carta em homenagem à apresentadora e atriz Cissa Guimarães, destacando a admiração que sente por ela desde a infância e exaltando a força demonstrada pela artista ao longo da vida.

No texto, Abbehusen relembra que, quando era menino na cidade de Muritiba, no interior da Bahia, jamais imaginaria que um dia estaria frente a frente com a apresentadora que acompanhava pela televisão. Ele cita programas e trabalhos que marcaram sua memória, como o Video Show, onde Cissa se tornou um dos rostos mais conhecidos do entretenimento brasileiro.

Apesar da lembrança pessoal, o autor afirma que a carta não é sobre ele, mas sobre a trajetória da artista. Ao longo da mensagem, ele destaca que a admiração do público por Cissa vai além da carreira na televisão. Segundo o escritor, o respeito que ela conquistou no país também está ligado à maneira como enfrentou momentos difíceis e continuou seguindo em frente.

Na homenagem, Abbehusen reflete sobre os desafios da vida e lembra que algumas dores passam a fazer parte da história das pessoas. Para ele, a forma como Cissa lida com essas experiências acabou transformando a apresentadora em referência para muitas pessoas, especialmente outras mães.

O escritor também recorda um comentário feito por sua mãe, Dona Marlene, ao ver a artista na televisão. Na ocasião, ela teria dito que Cissa transmitia uma grande força. A observação é usada no texto para destacar como a postura da apresentadora diante das adversidades inspira outras mulheres.

Ao final da carta, Abbehusen afirma que mães costumam reconhecer a coragem umas das outras e reforça que Cissa nunca esteve sozinha. O texto é encerrado com uma mensagem de carinho e afeto, ressaltando a admiração do escritor pela trajetória e pela dignidade da apresentadora.

Confira a carta completa:

"Cissa, eu preciso começar confessando uma coisa antes de qualquer coisa: O Edgar menino, lá de Muritiba jamais imaginaria que um dia estaria sentado aqui olhando nos seus olhos, conversando com você. Eu cresci vendo você na televisão, no Video Show, nas novelas, nos programas que fizeram (e fazem) parte de mim. A arte às vezes escreve encontros que a gente nunca ousou imaginar.

Mas essa carta não é sobre mim, é sobre a mulher que o Brasil aprendeu a admirar não apenas pelos personagens que interpretou, ou pelos programas que apresentou. É sobre a mulher que o Brasil aprendeu a respeitar pela forma como continuou caminhando, resistindo, existindo. Tudo isso com a coragem de quem entendeu o tamanho de algumas dores. E que algumas dores não podem ser retiradas da gente, elas fazem parte da gente.

A vida às vezes nos coloca em situações que a gente nunca imaginou e a gente precisa lidar com isso. Escolhas equivocadas, planos que tinham tudo pra dar certo e acabam desmoronando, pessoas muito especiais que nos decepcionam e faltas. Faltas tudo isso faz parte da engrenagem da vida e de repente sem ninguém nos perguntar se pode viramos um exemplo algumas pessoas viram exemplos do que não ser eu tenho certeza de que você conhece alguém para quem você olha e pensa meu deus não quero ser igual jamais não quero ter essa atitude mas tem gente que vira exemplo pelo que faz pelo que diz pela forma como lida com as coisas que nunca estão sob o nosso controle um dia enquanto a imagem sua passava na televisão.

Minha mãe, Dona Marlene, que não é muito ligado no mundo artístico, olhou para tv disse "essa mulher tem uma força". e quantas mães, Cissa, olham para você e pensam mesmo talvez nem seja essa força toda que dizem mas esse lugar onde você não coloca dor como centro e sim como a sua companhia para a sobrevivência torna possível que esse seu sorriso essa sua dignidade em seguir em frente fortaleça outras dezenas centenas de outras mães porque tem coisa que ninguém é capaz de fazer de sentir ou de seguir tem coisas que só uma mãe é capaz e a maternidade sempre sabe. Complexo.

Um pai nunca saberá o que é ser mãe. A sociedade sempre estará pronta para julgar uma mãe, mas uma mãe sempre saberá reconhecer a força e a coragem de outra mãe. É um reconhecimento de trincheira. As mães se alegram juntas, torcem juntas, choram juntas e se fortalecem juntas. Por isso, Cissa, você nunca esteve sozinha e nem nunca estará. Com carinho e afeto, Edgar."

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