TSE dá prazo de 24 horas para Google explicar supostas falhas de IA sobre Lula
De acordo com a coligação Pronto pra mais, as ferramentas teriam apresentado falas inventadas em respostas a perguntas neutras de usuários
Foto: Ricardo Stuckert/
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, ordenou que o Google Brasil apresente, no prazo de 24 horas, informações preliminares sobre supostas falhas de ferramentas de inteligência artificial da empresa que envolve o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A ação foi apresentada pela Coligação Brasil Pronto pra Mais, formada por partidos da base de apoio a Lula, depois de identificarem respostas do Gemini e do Google Modo IA que teriam associado ao presidente declarações que ele não fez, inclusive acerca do crime organizado e terrorismo.
De acordo com a coligação, as ferramentas teriam apresentado falas inventadas em respostas a perguntas neutras de usuários. A representação indica possíveis violações às regras de transparência e neutralidade aplicáveis às plataformas digitais ao longo do período eleitoral.
Durante a análise da solicitação, Nunes Marques considerou que a coligação não apresentou todos os documentos necessários para comprovar as argumentações iniciais. Com isso, ordenou que os responsáveis pela ação anexem as provas restantes em até 24 horas.
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