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Luana Piovani rebate críticas após contrato para campanha contra PEC vir à tona

Atriz afirma que conteúdo foi identificado como publicidade e diz que só faz campanhas alinhadas às próprias convicções

| Autor: Redação - Varela Net
Luana Piovani rebate críticas após contrato para campanha contra PEC vir à tona

Foto: Reprodução/@luapio

A atriz Luana Piovani se pronunciou nas redes sociais após a repercussão sobre o contrato de R$ 300 mil firmado para participar de uma campanha contra a PEC 65/2023, que trata da autonomia financeira e orçamentária do Banco Central. Em vídeos publicados nos Stories do Instagram, a artista defendeu a transparência em ações publicitárias e afirmou que só aceita divulgar conteúdos com os quais concorda.  

A manifestação ocorreu um dia após a divulgação de uma reportagem informando que a contratação de Piovani foi aprovada pelo Conselho Regional do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal-DF). Segundo documentos obtidos pela imprensa, o valor foi destinado à produção de conteúdo para uma campanha de comunicação institucional contrária à proposta em tramitação no Senado.  

Nas publicações, Luana ressaltou que a campanha foi identificada como publicidade e afirmou considerar essencial que conteúdos patrocinados sejam sinalizados ao público. A atriz também declarou que apenas promove temas e produtos nos quais acredita e reiterou seu posicionamento contrário à PEC, afirmando que não considera adequada a ampliação da autonomia financeira do Banco Central.  

A polêmica ganhou força após a divulgação da ata da reunião do Sinal-DF que aprovou a contratação. Conforme o documento, a escolha da atriz levou em consideração sua atuação pública em pautas de interesse social e o alcance de suas redes sociais. O valor do contrato, segundo a ata, foi custeado com recursos provenientes das contribuições dos filiados ao sindicato.  

A PEC 65/2023 foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e ainda aguarda votação em plenário. A proposta tem dividido opiniões entre integrantes do governo, parlamentares e servidores do Banco Central.

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