Marçal pede apoio de Cury, Caiado e Zema a Flávio: “Nós temos que quebrar nossas diferenças”
Empresário Pablo Marçal pediu que os demais candidatos retirem suas candidaturas e apoiem Flávio Bolsonaro

Foto: Reprodução/Flávio Bolsonaro
O empresário Pablo Marçal pediu que os demais candidatos retirem suas candidaturas e apoiem Flávio Bolsonaro (PL) ainda no primeiro turno da eleição presidencial, marcado para domingo (4). O apelo foi direcionado a Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).
Inelegível após ter a candidatura à Presidência barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marçal se afastou do PRTB e passou a integrar a campanha de Flávio Bolsonaro. Na quinta-feira (1º), ele participou de uma live com o candidato do PL, realizada após Flávio desistir do debate presidencial da TV Globo, posteriormente cancelado pela própria emissora.
Durante a transmissão, Marçal afirmou ter procurado Ronaldo Caiado para tentar convencê-lo a apoiar Flávio. Ao defender a saída do ex-governador de Goiás da disputa, o empresário também sugeriu que ele poderia ocupar o Ministério da Segurança Pública em um eventual governo do senador.
“Estou falando com o Caiado para ele parar de fazer o que ele está fazendo. Por quê? Porque ele poderia ser o melhor ministro da Segurança Pública da história. Caiado, está em tempo ainda. Estou do lado aqui do Flávio. Flávio gosta de você. A gente fala bem de você. Você fez um ótimo serviço. Faz o final ser o melhor, cara”, disse Marçal.
O pedido também foi feito publicamente a Zema e Cury. Segundo a pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira, os três candidatos somavam 8% das intenções de voto. Na avaliação apresentada por Marçal, a retirada das candidaturas poderia levar a uma definição da eleição já no primeiro turno.
Depois de ter sido convidado para integrar a campanha de Flávio, Marçal passou a defender a concentração dos votos da direita em torno do candidato do PL. Ao se dirigir a Zema e Cury, pediu que os dois deixassem a disputa e se juntassem à campanha de Flávio.
“Zema, por favor. Você já viu que não tracionou. Vem andar com a gente. Cury, eu sei, eu te respeito. Você tem investido o seu tempo. Mas nós estamos contra um mal maior. Nós temos que quebrar nossas diferenças”.
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