Flávio Bolsonaro associa PT ao PCC após prisão de vereador em operação em São Paulo
Senador afirmou que caso envolvendo aliado do partido revela “escândalo” com ligação a esquema milionário investigado por relação com facção criminosa.

Foto: André Bueno / Rede Câmara SP
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a associar o Partido dos Trabalhadores (PT) ao Primeiro Comando da Capital (PCC) após a prisão de um vereador do partido em uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo.
Em publicação e declarações repercutidas nesta semana, o parlamentar afirmou que o caso representa “mais um escândalo que liga um aliado histórico do PT a um esquema milionário investigado por envolvimento com o PCC”.
A operação citada investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao transporte público e tem como um dos alvos o vereador Senival Moura (PT-SP), que foi preso durante a ação deflagrada na capital paulista. Segundo as investigações, o grupo teria ligação com movimentações financeiras atribuídas à facção criminosa.
O caso ainda está em apuração pelas autoridades de São Paulo, e o Partido dos Trabalhadores já informou que analisa medidas internas em relação ao parlamentar e aos desdobramentos da investigação.
Flávio Bolsonaro, que frequentemente critica o PT em temas ligados à segurança pública, usou o episódio para reforçar suas declarações sobre o combate ao crime organizado e a atuação de facções no país. O senador não apresentou novas provas além das alegações feitas na publicação.
Até o momento, nem o vereador citado nem o PT se pronunciaram diretamente sobre as declarações mais recentes do parlamentar dentro deste contexto específico.
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