NotíciasPolíciaOperação policial localiza plantação com 300 mil pés de maconha na Bahia

Operação policial localiza plantação com 300 mil pés de maconha na Bahia

Investigação de meses resulta na prisão de um casal suspeito de cultivo ilegal

| Autor: Redação - Varela Net
Vista aérea de plantação na área rural de Ibitiara, na Chapada Diamantina

Vista aérea de plantação na área rural de Ibitiara, na Chapada Diamantina |Foto: Ascom - PCBA

As equipes policiais da segunda fase da Operação Raízes Ocultas flagraram um casal suspeito de tráfico de drogas e associação para o tráfico após identificar uma plantação com cerca de 300 mil pés de maconha na zona rural de Ibitiara, na Chapada Diamantina, na terça-feira (29).

Segundo a Polícia Civil, o cultivo ilegal ocupava uma área superior a 25 mil metros quadrados. A estimativa é de que a produção poderia alcançar cerca de 100 toneladas da droga após a colheita.

Durante as diligências, o casal foi visto saindo de um imóvel nas proximidades em um veículo e acabou interceptado pelos agentes.

A ação foi conduzida por equipes da 5ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), vinculada ao Departamento de Repressão e Combate ao Narcotráfico (Denarc), com apoio da 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Irecê) e do Departamento de Polícia do Interior (Depin), além de unidades especializadas como os Grupos de Apoio Tático e Técnico à Investigação (Gatti) das regiões da Chapada e Diamantina, e do Departamento de Polícia Técnica (DPT).

A investigação durou meses e contou com o uso de tecnologia, incluindo drone. Durante o sobrevoo, os policiais identificaram pessoas na área da plantação, que fugiram em direção à mata e não foram localizadas.

Foram apreendidos celulares, um veículo e um modem de internet via satélite. Segundo a polícia, os materiais indicam a estrutura do grupo investigado.

Ainda conforme as investigações, o cultivo ilegal pode ter financiado outras atividades ilícitas, como o comércio de armas de fogo.

Os suspeitos foram levados à unidade especializada, onde passaram pelos procedimentos legais. Eles permanecem custodiados e aguardam audiência de custódia.

As investigações continuam para identificar e responsabilizar outros envolvidos.

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