2ª fase da Operação ‘Vem Diesel’ fiscaliza 55 estabelecimentos de 24 cidades
Preços irregulares na venda de gás de botijão foram investigados por equipes da Agência Nacional do Petróleo e dos Procons

Gás de botijão |Foto: Divulgação
A Polícia Federal (PF) iniciou a segunda fase da Operação Vem Diesel, nesta quinta-feira (9), coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio da Polícia Federal, da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e de órgãos de defesa do consumidor. A ação tem como objetivo a fiscalização de distribuidores e revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), como o gás de botijão.
A operação contempla 15 estados e o Distrito Federal. Ao todo, 55 estabelecimentos de 24 cidades foram inspecionados pelas autoridades, identificando práticas irregulares, como formação de cartel (fixação de preços entre concorrentes) e aumento sem justa causa, protegendo o consumidor.
Veja abaixo as cidades que houve fiscalizações:
- Manaus (AM) - 2 estabelecimentos
- Salvador (BA) - 5 estabelecimentos
- Fortaleza (CE) - 2 estabelecimentos
- Brasília (DF) - 2 estabelecimentos
- São Luís (MA) - 2 estabelecimentos
- Betim (MG) - 1 estabelecimentos
- Ibirité (MG) - 1 estabelecimentos
- Rondonópolis (MT) - 3 estabelecimentos
- Campo Grande (MS) - 3 estabelecimentos
- Santarém (PA) - 3 estabelecimentos
- Cabo de Santo Agostinho (PE) - 1 estabelecimentos
- Ipojuca (PE) - 5 estabelecimentos
- Maringá (PR) - 2 estabelecimentos
- Araucária (PR) - 3 estabelecimentos
- Natal (RN) - 3 estabelecimentos
- Duque de Caxias (RJ) - 3 estabelecimentos
- Itajaí (SC) - 3 estabelecimentos
- Suzano (SP) - 1 estabelecimentos
- Barueri (SP) - 3 estabelecimentos
- Cubatão (SP) - 1 estabelecimentos
- Guarujá (SP) - 2 estabelecimentos
- Santos (SP) - 1 estabelecimentos
- Canoas (RS) - 2 estabelecimentos
- Gravataí (RS) - 1 estabelecimentos
A primeira fase, iniciada em 27 de março em 11 estados e no DF, focou em postos de combustíveis na Operação Vem Diesel e investigou sobre os indícios de altas sem justa causa nas bombas.
Conforme as autoridades, caso haja irregularidades nos locais, será feita a investigação formal e os responsáveis poderão responder por crimes contra a ordem econômica, contra o sistema tributário e contra as relações de consumo.
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