Venezuela convoca mobilização da população após captura de Nicolás Maduro
Donald Trump anunciou a captura após ataques

Foto: Federico Parra | AFP
O governo venezuelano convocou uma mobilização social, por meio de um comunicado divulgado neste sábado (3), após o país sul-americano ser invadido pelos Estados Unidos e o seu presidente, Nicolás Maduro, ser capturado.
O tal documento de mobilização teria sido pré-agendado por Maduro, em uma tentativa de "proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada".
"O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada. O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista", diz trecho do documento.
O QUE DIZ TODO O DOCUMENTO?
Além da iniciação à luta armada, o decreto ainda aponta supostos interesses dos EUA nas reservas minerais do país, afirmando que o governo americano quer implantar uma "guerra colonial".
"O objetivo desse ataque não é outro senão apoderar-se dos recursos estratégicos da Venezuela, em particular do petróleo e dos minerais, tentando quebrar pela força a independência política da Nação. Não o conseguirão. Após mais de duzentos anos de independência, o povo e seu governo legítimo mantêm-se firmes na defesa da soberania e do direito inalienável de decidir o próprio destino. A tentativa de impor uma guerra colonial para destruir a forma republicana de governo e forçar uma “mudança de regime”, em aliança com a oligarquia fascista, fracassará como todas as tentativas anteriores", diz o comunicado.
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