Governo Trump aponta suspeita de envolvimento com terrorismo em árbitro da Somália
Informação foi divulgada com exclusividade pela rede de TV americana Fox News

Foto: Divulgação / UEFA
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve a entrada negada nos Estados Unidos às vésperas da Copa do Mundo e está sendo investigado pelas autoridades norte-americanas por suspeita de envolvimento com terrorismo. Segundo um representante da administração de Donald Trump, essa foi a justificativa que levou à proibição de ingresso do juiz no país. A informação foi divulgada com exclusividade pela rede de TV americana Fox News, a partir de um comunicado oficial do governo.
De acordo com o documento, o órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras identificou informações consideradas sensíveis durante uma análise mais aprofundada do caso.
"Após uma análise mais aprofundada pelo órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras, foram encontradas informações comprometedoras, incluindo vínculos com suspeitos de pertencerem a organizações terroristas, o que tornou o viajante inadmissível nos Estados Unidos de acordo com a Lei de Imigração e Nacionalidade" Disse o comunicado divulgado nesta quarta-feira.
Omar Abdulkadir, por sua vez, afirma que não recebeu qualquer explicação oficial sobre o motivo da recusa de entrada em território americano. A versão, no entanto, é contestada pelo conteúdo do comunicado enviado à Fox News.
Segundo o governo dos Estados Unidos, o viajante teve sua admissão negada e recebeu os formulários de imigração que detalham a base legal utilizada para a remoção expedita, conforme previsto na Seção 235 da Lei de Imigração e Nacionalidade (INA). A administração do presidente Donald Trump reforçou ainda que medidas desse tipo são adotadas para impedir a entrada de possíveis ameaças à segurança nacional: o governo não permitirá que qualquer ameaça à segurança entre em nosso país, ponto final.
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