Margareth Menezes destaca nova rodoviária como símbolo de qualidade e valorização do povo
Ministra da Cultura elogia investimento em equipamentos públicos e ressalta impacto econômico da cultura no país

Margareth Menezes |Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A inauguração da nova rodoviária de Salvador também contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que acompanhou o ato ao lado de autoridades estaduais e federais. Durante o evento, a ministra avaliou que o novo terminal representa um momento simbólico para a cidade e para a Bahia, ao consolidar um modelo de investimento público que prioriza qualidade, acolhimento e serviços eficientes para a população que circula entre o interior, a capital e outros estados do país.
Ao comentar diretamente sobre a rodoviária, Margareth Menezes ressaltou a importância de um equipamento dessa magnitude como porta de entrada para quem chega de ônibus, destacando que a estrutura e a qualidade do espaço potencializam qualquer cidade ou estado. Segundo ela, o terminal reflete um olhar cuidadoso do governo com o povo, ao oferecer serviços públicos com dignidade e eficiência.
A ministra afirmou que a população merece qualidade e que a nova rodoviária simboliza um novo momento na forma de pensar e executar equipamentos públicos, especialmente no Nordeste, onde historicamente esse tipo de investimento foi mais escasso. Para Margareth, iniciativas como essa demonstram a prioridade dada pelo governo estadual à mobilidade e ao bem-estar da população.
Em relação ao cenário político e à sua atuação institucional, Margareth Menezes foi enfática ao afirmar que não se coloca como candidata e que sua missão atual é à frente do Ministério da Cultura, função que considera uma responsabilidade confiada pelo presidente da República. Ela disse que pretende cumprir esse papel até o fim, destacando os avanços na política cultural, com ações que buscam levar recursos e oportunidades a todas as cidades do país.
A ministra citou instrumentos como a Lei Rouanet e a Lei Aldir Blanc, que, segundo ela, têm ampliado o acesso ao financiamento cultural e aberto espaço para novas gerações. Margareth também destacou o impacto econômico do setor, mencionando levantamento da Fundação Getulio Vargas que aponta a geração de mais de 288 mil empregos na cultura em 2024 e um efeito multiplicador significativo na economia, reforçando que é com esse olhar estratégico que a gestão cultural vem sendo conduzida.
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