NotíciasBrasilPresidente Lula se pronuncia sobre ataques à Venezuela e captura de Maduro: "Inaceitável"

Presidente Lula se pronuncia sobre ataques à Venezuela e captura de Maduro: "Inaceitável"

Presidente apontou que ataques afrontam a soberania venezuelana

| Autor: Redação - Varela Net
Presidente Lula se pronuncia sobre ataques à Venezuela e captura de Maduro: "Inaceitável"

Foto: Marcelo Camargo - Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se pronunciou pela primeira vez sobre os ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro pelas forças americanas. Segundo o mandatário brasileiro, as ações do presidente Donald Trump ultrapassam a linha do inaceitável e desrespeitam a soberania venezuelana de tomar suas próprias decisões. 

Segundo Lula, a ação é uma flagrante violação do direito internacional, destacando que é o primeiro passo para um mundo polarizado e motivado a guerras e conflitos. 

"Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. 

Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo".

Lula aponta que a posição brasileira sob essa problemática diplomática é igual à dos outros conflitos existentes no mundo, condenando a existência deles. "A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões".

Por fim, o petista destaca que a ação atual relembra "os piores momentos de interferência na política da América Latina" e cobra um posicionamento das Organizações das Nações Unidas. 

"A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.  

A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação".

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