Herança de R$ 5 milhões do tio de Suzane von Richthofen vira disputa na Justiça
Falecimento de médico sem filhos ou testamento levanta dúvidas sobre destino de herança de, aproximadamente, R$ 5 milhões.

Foto: Crédito: Reprodução
O tio de Suzane von Richthofen, o médico aposentado Miguel Abdalla Netto, morreu sem deixar testamento, o que abriu uma disputa judicial por uma herança estimada em cerca de R$ 5 milhões. O patrimônio inclui imóveis, aplicações financeiras e outros bens acumulados ao longo da vida. Como não há um documento formal indicando a vontade do falecido, a divisão da herança passa a seguir as regras previstas na legislação brasileira.
Pela lei, quando a pessoa morre sem testamento e não deixa filhos, cônjuge ou pais vivos, os bens devem ser divididos entre os parentes colaterais, como irmãos, sobrinhos e primos. Nesse cenário, Suzane von Richthofen e seu irmão, Andreas, aparecem como possíveis herdeiros, já que são sobrinhos diretos do médico. Essa possibilidade chamou atenção pública por causa do histórico criminal de Suzane.
A disputa ganhou novos contornos porque uma prima do falecido entrou com um pedido na Justiça para o reconhecimento de uma união estável que, segundo ela, teria durado mais de uma década. Caso essa união seja confirmada judicialmente, ela passaria a ter direito a uma parte significativa da herança, o que reduziria ou até excluiria a participação dos demais parentes. A alegação é contestada por outros familiares e ainda será analisada pela Justiça.
O caso também gera polêmica porque o próprio Miguel Abdalla havia tentado, no passado, impedir que Suzane herdasse os bens dos pais, assassinados em 2002. No entanto, especialistas explicam que a chamada “indignidade” reconhecida naquele processo não se aplica automaticamente a heranças de outros familiares. Assim, a definição sobre quem ficará com os bens do médico deve depender exclusivamente do que for decidido no processo judicial agora em andamento.
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