Após incidente com raio, Nikolas Ferreira vai a hospital em Brasília para visitar apoiadores feridos
De acordo com o Corpo de Bombeiros, 89 pessoas receberam atendimento ainda no local do incidente

Foto: Reprodução/Redes Sociais
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) esteve, na tarde deste domingo (25), no Hospital de Base do Distrito Federal, em Brasília, onde visitou apoiadores que ficaram feridos após serem atingidos por um raio durante um ato organizado pelo parlamentar.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, 89 pessoas receberam atendimento ainda no local do incidente. Destas, 42 estavam em estado estável, conscientes e orientadas. Outras 47 vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e para o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN). Onze pessoas precisaram de cuidados médicos mais complexos.
Entre os feridos, houve registros de queimaduras nas mãos e na região do tórax, embora o estado de saúde detalhado de cada paciente não tenha sido divulgado até o momento.
Os bombeiros informaram ainda que, além dos casos diretamente relacionados à descarga elétrica, foram atendidas ocorrências de torções e quadros de hipertermia, provocados pelas condições climáticas durante a manifestação.
A corporação destacou que a resposta foi imediata, com o emprego de 25 viaturas, sendo 10 Unidades de Resgate, mobilizadas para prestar socorro às vítimas.
Nikolas Ferreira iniciou a mobilização na segunda-feira (19), partindo do município de Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais. A iniciativa ganhou grande repercussão nas redes sociais e contou com a adesão de outros parlamentares, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e eleitores do deputado.
A manifestação seguiu pela BR-040 e tinha previsão de encerramento neste domingo (25), ao meio-dia, na Praça do Cruzeiro, em Brasília, após a conclusão de um trajeto de 240 quilômetros.
Segundo o parlamentar, o ato tem como objetivo protestar contra decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) relacionadas aos condenados pelos atos criminosos de 8 de janeiro de 2023, além de se posicionar contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022 e detido no Complexo da Papuda, em Brasília.
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