Gás de cozinha fica mais caro na Bahia e reajuste pode elevar preço do botijão em até R$ 8
Aumento de aproximadamente 9,1% foi anunciado pela Acelen e começou a valer nesta quinta-feira (1º); valor final depende das revendedoras

Foto: Flávio Tavares/O Tempo
O preço do gás de cozinha voltou a subir na Bahia a partir desta quinta-feira (1º). A Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe, anunciou um reajuste de aproximadamente 9,1% no valor do gás liquefeito de petróleo (GLP) vendido às distribuidoras. A mudança pode representar um aumento de R$ 7 a R$ 8 no preço do botijão de 13 kg para os consumidores.
Com o reajuste, o valor da tonelada do produto passou de R$ 3.643,40 para R$ 3,971,60, uma diferença de R$ 328,20. Para o botijão de 13 kg, o aumento corresponde a aproximadamente R$ 4,27 no preço praticado pela refinaria.
Apesar da alta, o consumidor não necessariamente encontrará o botijão com o mesmo percentual de reajuste. O preço final depende dos custos de distribuição, transporte, armazenamento e das margens de lucro de cada revendedora.
Segundo representantes do setor, a expectativa é de que o aumento seja repassado gradualmente aos consumidores, com impacto estimado entre R$ 7 e R$ 8 por unidade.
O novo aumento ocorre após uma redução de 7,1% no preço do gás anunciada pela Acelen em agosto. Na ocasião, o Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sindrevgás) estimou uma diminuição de R$ 3 a R$ 4 no valor do botijão para o consumidor.
As oscilações nos preços são influenciadas por fatores como o custo internacional do petróleo, a cotação do dólar e as despesas com frete, segundo a Acelen.
Com o novo reajuste, os consumidores baianos devem ficar atentos às variações de preços entre os estabelecimentos, já que cada revendedora pode estabelecer seu próprio valor de venda.
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